Thursday, July 14, 2011

E na realidade resume-se a pouco:

O cerne do problema não é o automóvel. O cerne do problema somos nós. O automóvel apenas é um meio de locomoção brutalmente dispendioso, poluente, consumidor de recursos não-renováveis e que conduz a desperdícios secundários adicionais na ocupação do espaço público. Em troca de cinco (ou mais) lugares mais ou menos confortáveis, da rapidez de deslocação, segurança e "imunidade" às condições atmosféricas.
Analisando ponto a ponto, raras vezes utilizamos racionalmente os nossos automóveis. O problema é a utilização que lhes damos. O automóvel não tem vontade. O condutor sim. O proprietário sim. Quem planeia as cidades, sim. 
Temos que apontar ao alvo, não à periferia. O problema somos nós.

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